A semente caída na terra nasce,
cresce,
floresce
e dá bons frutos.Uma vida de entrega e doação a serviço do Reino Definitivo.
O leigo deve ter os olhos e os ouvidos, a voz, as pernas e os braços
de Jesus Cristo, atuando sob responsabilidade própria na Igreja.
AA Santa Sé, em 31 de maio de 1970, trouxe de vota o antigo Rito de Consagração das Virgens, como nova forma de consagração à Igreja Particular. A repercussão teria que surgir, lenta e vigorosa, nos corações das pessoas dispostas a seguir o Mestre, em clima de Fé.
A Igreja é comunhão concreta e real, todos os dons e serviços existem para o amor. Pois é preciso aprofundar o mistério da Igreja como sacramento de salvação, pois a salvação que Cristo traz é a vida no amor fraterno e em comunidade. O Reino é a comunidade, é a família dos que realizam a vontade do Pai.
A consagração deve ser vivida à luz a parábola da semente de mostarda: a realidade, por mais pequenina que seja, leva dentro de si toda a força do Reino. Mc 4,30-32
A partir de então, diversas pessoas vêm fazendo tal consagração em cerimônia pública , e assumem, para si, a expressão de Santa Terezinha: “Afinal, descobri meu lugar na Igreja: no coração dela, minha mãe, quero ser o amor, pois compreendi que a Igreja tem um coração, e que este coração é chama de amor.”
O leigo deve ter os olhos e os ouvidos, a voz, as pernas e os braços de Jesus Cristo, atuando sob responsabilidade própria na Igreja.
A Santa Sé, em 31 de maio de 1970, trouxe de vota o antigo Rito de Consagração das Virgens, como nova forma de consagração à Igreja Particular. A repercussão teria que surgir, lenta e vigorosa, nos corações das pessoas dispostas a seguir o Mestre, em clima de Fé.
A Igreja é comunhão concreta e real, todos os dons e serviços existem para o amor. Pois é preciso aprofundar o mistério da Igreja como sacramento de salvação, pois a salvação que Cristo traz é a vida no amor fraterno e em comunidade. O Reino é a comunidade, é a família dos que realizam a vontade do Pai.
A consagração deve ser vivida à luz a parábola da semente de mostarda: a realidade, por mais pequenina que seja, leva dentro de si toda a força do Reino. Mc 4,30-32
A partir de então, diversas pessoas vêm fazendo tal consagração em cerimônia pública , e assumem, para si, a expressão de Santa Terezinha: “Afinal, descobri meu lugar na Igreja: no coração dela, minha mãe, quero ser o amor, pois compreendi que a Igreja tem um coração, e que este coração é chama de amor.”
O leigo deve ter os olhos e os ouvidos, a voz, as pernas e os braços de Jesus Cristo, atuando sob responsabilidade própria na Igreja.
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