Distinguem-se, usualmente, duas fases na obra de M. C. Escher.
Antes de 1937, a obra de Escher é puramente pictórica, dominada pela representação da realidade visível, orientada inteiramente pela beleza das paisagens e arquitectura italianas. Trata-se de um realismo agudo mas que, ao mesmo tempo, denota um modo muito próprio de observar o real, visível, sobretudo, na obsessão que tem com a estrutura do espaço e a escolha de ângulos de visão, muitas vezes contrastantes. Nesta fase, Escher realiza também obras imaginativas, como Castelo no Ar (1928) e Torre de Babel (1928) e dedica-se empenhadamente ao domínio das técnicas de gravura. Ele próprio considera a maioria dos seus trabalhos como exercícios gráficos.
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/escher/prosto.html
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