A obra de Mauritus Escher foi fruto de um diálogo constante entre a Arte e
a Geometria. Um diálogo em que participaram físicos e matemáticos notáveis e que
deu origem às gravuras mais intrigantes e matematicamente sofisticadas que
algum autor produziu.
Mauritus Cornelis Escher, nasceu nos Países Baixos, em Leeuwarden, em 1898, e
faleceu em 1970 em Laren, na Holanda do Norte, após uma vida dedicada a produzir as gravuras
mais intrigantes e matematicamente sofisticadas que um artista alguma vez produziu. O
centenário de Escher foi comemorado com um congresso internacional em Itália, que juntou
críticos de arte e matemáticos. Em Portugal, a Associação de Professores de Matemática
organizou uma exposição da sua obra.
O jovem Mauritus teve uma infância banal. Não se destacou na escola e demonstrou sempre pouco interesse pelos estudos. Por pressão familiar, começou a estudar arquitectura na escola de Belas Artes de Haarlem. Foi aí que encontrou um professor de artes gráficas que haveria de mudar a sua vida. Esse professor, um judeu de origem portuguesa chamado Jesserum de Mesquita, ensinou-lhe as técnicas de desenho e despertou-lhe o interesse pela gravura.
Maurits Cornelis Escher (Leeuwarden, Países Baixos, 17 de junho de 1898 – Hilversum, Países Baixos, 27 de março de 1972) é um dos mais conhecidos e celebrados artistas gráficos modernos. Além do trabalho como artista gráfico, ele desenvolveu livros ilustrados, tapeçarias, selos postais e murais.

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